Manifesto à nação
Por: comunicacao
Publicado em 9 de setembro de 2026 - Atualizado em 9 de setembro de 2026 às 16:18
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O Brasil, como é notório, atravessa uma crise institucional de extrema gravidade, e o seu epicentro é, precisamente, a Corte de Justiça a quem a Constituição confiou a última palavra. Não se trata de episódio isolado nem de ruído passageiro.
Não há Estado de Direito sem juízes acima de qualquer suspeita. A autoridade de um tribunal não decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que só a imparcialidade, a transparência e a exemplaridade conferem. Se a legitimidade é questionada, tudo o mais se torna incerto: a segurança jurídica, a confiança nas instituições e a própria paz social.
O Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição, mas guardião algum está dispensado de prestar contas. Quem julga a Nação há de submeter-se, com idêntico rigor, ao julgamento do Direito, da Sociedade e da História. A Constituição que a Corte protege é a mesma que lhe impõe julgamentos transparentes, justos e decisões fundamentadas.
A Sociedade Brasileira exige que o Plenário do Supremo examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo. A resposta que a Nação aguarda não admite prazo!
Cada dia é um dia a mais de descrédito.
O País já venceu crises profundas e delas saiu mais forte, porque, em cada uma, houve quem se recusasse a calar.
Ninguém, ninguém está acima da LEI!
Três mil entidades de todos os cantos do Brasil se unem em Manifesto e cobram ação do Supremo
Documento defende que Plenário da Corte deve analisar os fatos com urgência, em sessão pública, e destaca que ninguém está acima da lei
Um grupo de cerca de 3 mil entidades de todas as regiões do Brasil e de todos os setores, que representam aproximadamente 90% do PIB brasileiro e geram mais de 40 milhões de empregos, uniu-se para assinar um manifesto que cobra transparência, imparcialidade e celeridade do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento de episódios recentes que envolvem a Corte.
O documento destaca que o país atravessa uma grave crise institucional cujo epicentro é o próprio tribunal encarregado de guardar a Constituição Federal. A mobilização defende que o Plenário da Corte analise os fatos com urgência e em sessão pública.
Além de reforçar a mensagem de que ninguém está acima da lei, a iniciativa lembra que o Brasil já superou momentos críticos em sua história graças a cidadãos e instituições que não se calaram.
Confira o manifesto na íntegra
NÃO SE CALE. ASSINE AGORA E FAÇA A DIFERENÇA!